Surpreso. Surpreendido. Boqui-aberto. É assim que eu me sinto depois de jogar e terminar TOMB RAIDER, jogo que antigamente fora desenvolvido pela Core Design e distribuído pela Eidos Interactive, atualmente é produzido pela Crystal Dynamics e distribuído pela Square-Enix, me fez ser mais um fã da saga Tomb Raider.

Confesso que nunca gostei da série, e só passei a me identificar com o gênero do jogo após jogar a trilogia Uncharted que possui resquícios de semelhanças (embora muitos acreditem em cópia), mas ainda assim, Tomb Raider foi certeiro, e a aposta da Square deu certo.
O jogo foi jogado na plataforma PC, jogo comprado pela Steam utilizando a configuração Phenon II X4, HD5770 1GB, 12 Gb ram, e rodado em full hd (1920×1080), utilizando 60% dos settings no ultra e a opção TressFx (efeito para os cabelos da Lara Croft) desativado, pois esse comprometia em torno de 30 fps (frames por segundo). A maioria das screenshots tiradas para esse review são da minha jogatina.
A maioria das cenas do jogo possui o sistema QTE (Quick Time Events), muito utilizado em jogos como Shemmue e Heavy Rain, onde o jogador assistir a cena e sempre aparece um comando para ele fazer e assim interagir com a cena.
O jogo foi jogado em 3D, utilizando o software TriDef da AMD como recurso e obtendo um retorno sensacional.
Abaixo, conheça mais sobre o efeito TressFx citado acima:


Box art do jogo Tomb Raider
Trailer 1
Trailer 2
Trailer 3
Trailer 4
Tomb Raider explora a intensa e enérgica história da origem de Lara Croft e a sua ascendência de uma jovem assustada até uma sobrevivente de forte instinto. Destinado a “deixar a [sua] marca”, o navio onde Lara se encontra, o Endurance comandado por Conrad Roth, é atingido por uma violenta tempestade e parte-se em dois. Lara e outros sobreviventes vêem-se assim abandonados numa ilha tropical isolada, algures no Mar do Diabo.

Rituais fazem parte da trama
Ela acorda dentro de uma gruta junto à costa, junto a outros corpos. Na tentativa de escapar, Lara magoa-se, encontra um ex-colega viajante morto numa pose de ritual e tem de lutar contra um misterioso humano que morre quando a gruta desaba. Depois de escapar, Lara tem de encontrar comida e água para sobreviver, lutando contra animais perigosos e tentar descobrir onde estão os outros sobreviventes. Mas uma escura ameaça espera quando ela é forçada a endurecer-se contra matar pessoas, a fim de lutar contra um grupo de mercenários malévolos que a procuram para a matar a si e aos seus companheiros.

A estória do jogo praticamente reboota a saga Tomb Raider, onde Lara Croft, está descobrindo seu “eu interior”, e acaba tendo que por isso em prática involuntáriamente, e sem ser programado (como pensava).
A narrativa da estória é boa e intrigante. Possui reviravoltas a lá filmes de Holywood e a estória, de fato, te prende do começo ao fim. Digamos que tudo se baseia em escapar da ilha e levar consigo todos seus amigos e de praxe uma experiência exorbitante.

A maioria das cenas possui QTE, e o jogador pode interagir ao invés de somente assistir!
A estória não desempolga hora alguma e te fazer querer jogar cada vez mais para ver a conclusão, embora o forte do jogo não seja a estória.
Nota: 8.5

Tomb Raider possui belos gráficos e faz questão de exibir isso. A iluminação do jogo é brilhante (sic), e toda o ambiente parece vivo, parece que ressoa e está ali presente. As expressões faciais (técnica utilizada no fim da geração) também rouba a cena. Se espera de Tomb Raider gráficos soberbos, irá encontrar;

Expressões faciais realistas
Nota-se que o jogo é belo em ambiente fechado quanto aberto. E mesmo sendo um jogo novo, e com belos gráficos o mesmo é leve. Pelo menos no PC, foi possível jogar com gráficos no ultra a 60 fps constantes, o que deixa a experiência gamística melhor ainda;
Nota: 9.5

Tomb Raider é tão imersivo, que te faz parecer estar junto a Lara na floresta, visto que, o som do ambiente no jogo é sensacional e música só aparece em alguns momentos ou em batalhas. O som flui bem com o resto e deixa a experiência ainda melhor, pois o jogo é repleto de árvores, cachoeiras, água e balas, muitas balas.

Som do ambiente como florestas e cidades, impressionam
O som não é o forte do jogo, mas faz bem seu papel, e alguma vezes é até emocionante. Na maioria das vezes, a música e o som se comprometem a sugerir essa experiência, sem precedentes.
Nota: 8.5

Ao meu ver é o ponto forte do jogo. Lara possui diversos recursos que se bem utilizado podem fazer a diferença. Primeiramente o jogar utiliza um arco e flecha e ele faz da jogabilidade fluir mais, além de certas horas ser essencial. O jogo possui uma limitada variedade de armas, mas ainda assim o bastante para Lara carregar em sua aventura.

Lara Croft encontrando um São Paulino!
Basicamente, Lara carrega seu arco e flechas além da doze, ak47, pistola e usa também o grampo que usa pra escalar como arma. Todas essas armas possum recursos que são habilitados através do seu progresso e aumento de level durante o jogo. Certas armas ficam mortiferamente eficientes quanto se habilita tudo.
O jogo não se resume apenas na luta contra o inimigo mas também possibilita o aumento de experiência na caça, onde Lara precisa de suprimentos essencias para a sua sobrevivência.

A caça é importante para a sobrevivência de Lara no jogo.
Inclusive o jogo passa a falsa impressão de ser um jogo no estilo open world (mundo aberto), onde se é possível caminhas e visitar tumbas secretas e ter a sensação que se perdeu na floresta.
Outro quesito super impotante para o jogo, visto que, eu mesmo fechando o jogo, apenas fechei-o com 65%. Ainda me restam encontrar novas tumbas, e achar novos segredos. O jogo é extremamente divertido e altamente violento, o que faz dele um jogo, apesar de velho, novo, com uma nova dinâmica. E agora sim a série “reboota” com maestria!

Gráficos impressionantes e nada de HUD!
Nota: 9

Tomb Raider 2013, como é conhecido, merece total respeito. Embora muitos players possum um certo preconceito com mulheres como personagem principal, recomendo experimentar esse jogo. Ele é pelo menos um jogo de ação de alta qualidade, para os mais humildes, mas para outros pode se dizer que é um dos melhores jogos dessa geração.

Técnica do jogo faz você ter a impressão de jogar num jogo mundo aberto!
Recomendo a todos que gostam de um bom jogo de ação que muitas vezes exije do jogar pensar para resolver e sair de uma situação.
- Duração do jogo para os padrões de hoje.
- Ausência de HUD na tela (heads-up display).
- Jogabilidade fluída.
- Novo sistema de cover.

- Baixa variedade de armas.
























