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Bang Review: Tomb Raider

28/03/2013 às 17:46
Rodrigo Tadeu da Silva 5 Comentários

Surpreso. Surpreendido. Boqui-aberto. É assim que eu me sinto depois de jogar e terminar TOMB RAIDER, jogo que antigamente fora desenvolvido pela Core Design e distribuído pela Eidos Interactive, atualmente é produzido pela Crystal Dynamics e distribuído pela Square-Enix, me fez ser mais um fã da saga Tomb Raider.

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Confesso que nunca gostei da série, e só passei a me identificar com o gênero do jogo após jogar a trilogia Uncharted que possui resquícios de semelhanças (embora muitos acreditem em cópia), mas ainda assim, Tomb Raider foi certeiro, e a aposta da Square deu certo.

CONS

O jogo foi jogado na plataforma PC, jogo comprado pela Steam utilizando a configuração Phenon II X4, HD5770 1GB, 12 Gb ram, e rodado em full hd (1920×1080), utilizando 60% dos settings no ultra e a opção TressFx (efeito para os cabelos da Lara Croft) desativado, pois esse comprometia em torno de 30 fps (frames por segundo). A maioria das screenshots tiradas para esse review são da minha jogatina.

A maioria das cenas do jogo possui o sistema QTE (Quick Time Events), muito utilizado em jogos como Shemmue e Heavy Rain, onde o jogador assistir a cena e sempre aparece um comando para ele fazer e assim interagir com a cena.

O jogo foi jogado em 3D, utilizando o software TriDef da AMD como recurso e obtendo um retorno sensacional.

Abaixo, conheça mais sobre o efeito TressFx citado acima:

FT

Nome: Tomb Raider
Desenvolvedora: Crystal Dynamics
Publicadora: Square-Enix
Gênero: Ação
Lançamento: 5/03/13
Motor Gráfico: Modified Crystal Engine
Plataformas: Ps3, x360 e PC
 
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Box art do jogo Tomb Raider

Trailer 1

Trailer 2

Trailer 3

Trailer 4

SI

Tomb Raider explora a intensa e enérgica história da origem de Lara Croft e a sua ascendência de uma jovem assustada até uma sobrevivente de forte instinto. Destinado a “deixar a [sua] marca”, o navio onde Lara se encontra, o Endurance comandado por Conrad Roth, é atingido por uma violenta tempestade e parte-se em dois. Lara e outros sobreviventes vêem-se assim abandonados numa ilha tropical isolada, algures no Mar do Diabo.

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Rituais fazem parte da trama

Ela acorda dentro de uma gruta junto à costa, junto a outros corpos. Na tentativa de escapar, Lara magoa-se, encontra um ex-colega viajante morto numa pose de ritual e tem de lutar contra um misterioso humano que morre quando a gruta desaba. Depois de escapar, Lara tem de encontrar comida e água para sobreviver, lutando contra animais perigosos e tentar descobrir onde estão os outros sobreviventes. Mas uma escura ameaça espera quando ela é forçada a endurecer-se contra matar pessoas, a fim de lutar contra um grupo de mercenários malévolos que a procuram para a matar a si e aos seus companheiros.

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A estória do jogo praticamente reboota a saga Tomb Raider, onde Lara Croft, está descobrindo seu “eu interior”, e acaba tendo que por isso em prática involuntáriamente, e sem ser programado (como pensava).

A narrativa da estória é boa e intrigante. Possui reviravoltas a lá filmes de Holywood e a estória, de fato, te prende do começo ao fim. Digamos que tudo se baseia em escapar da ilha e levar consigo todos seus amigos e de praxe uma experiência exorbitante.

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A maioria das cenas possui QTE, e o jogador pode interagir ao invés de somente assistir!

A estória não desempolga hora alguma e te fazer querer jogar cada vez mais para ver a conclusão, embora o forte do jogo não seja a estória.

Nota: 8.5

 

GR

Tomb Raider possui belos gráficos e faz questão de exibir isso. A iluminação do jogo é brilhante (sic), e toda o ambiente parece vivo, parece que ressoa e está ali presente. As expressões faciais (técnica utilizada no fim da geração) também rouba a cena. Se espera de Tomb Raider gráficos soberbos, irá encontrar;

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Expressões faciais realistas

Nota-se que o jogo é belo em ambiente fechado quanto aberto. E mesmo sendo um jogo novo, e com belos gráficos o mesmo é leve. Pelo menos no PC, foi possível jogar com gráficos no ultra a 60 fps constantes, o que deixa a experiência gamística melhor ainda;

Nota: 9.5

S

 

Tomb Raider é tão imersivo, que te faz parecer estar junto a Lara na floresta, visto que, o som do ambiente no jogo é sensacional e música só aparece em alguns momentos ou em batalhas. O som flui bem com o resto e deixa a experiência ainda melhor, pois o jogo é repleto de árvores, cachoeiras, água e balas, muitas balas.

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Som do ambiente como florestas e cidades, impressionam

O som não é o forte do jogo, mas faz bem seu papel, e alguma vezes é até emocionante. Na maioria das vezes, a música e o som se comprometem a sugerir essa experiência, sem precedentes.

Nota: 8.5

JB

Ao meu ver é o ponto forte do jogo. Lara possui diversos recursos que se bem utilizado podem fazer a diferença. Primeiramente o jogar utiliza um arco e flecha e ele faz da jogabilidade fluir mais, além de certas horas ser essencial. O jogo possui uma limitada variedade de armas, mas ainda assim o bastante para Lara carregar em sua aventura.

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Lara Croft encontrando um São Paulino!

Basicamente, Lara carrega seu arco e flechas além da doze, ak47, pistola e usa também o grampo que usa pra escalar como arma. Todas essas armas possum recursos que são habilitados através do seu progresso e aumento de level durante o jogo. Certas armas ficam mortiferamente eficientes quanto se habilita tudo.

O jogo não se resume apenas na luta contra o inimigo mas também possibilita o aumento de experiência na caça, onde Lara precisa de suprimentos essencias para a sua sobrevivência.

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A caça é importante para a sobrevivência de Lara no jogo.

Inclusive o jogo passa a falsa impressão de ser um jogo no estilo open world (mundo aberto), onde se é possível caminhas e visitar tumbas secretas e ter a sensação que se perdeu na floresta.

Nota: 10
RP

 

Outro quesito super impotante para o jogo, visto que, eu mesmo fechando o jogo, apenas fechei-o com 65%. Ainda me restam encontrar novas tumbas, e achar novos segredos. O jogo é extremamente divertido e altamente violento, o que faz dele um jogo, apesar de velho, novo, com uma nova dinâmica. E agora sim a série “reboota” com maestria!

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Gráficos impressionantes e nada de HUD!

Nota: 9

 

CO

Tomb Raider 2013, como é conhecido, merece total respeito. Embora muitos players possum um certo preconceito com mulheres como personagem principal, recomendo experimentar esse jogo. Ele é pelo menos um jogo de ação de alta qualidade, para os mais humildes, mas para outros pode se dizer que é um dos melhores jogos dessa geração.

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Técnica do jogo faz você ter a impressão de jogar num jogo mundo aberto!

Recomendo a todos que gostam de um bom jogo de ação que muitas vezes exije do jogar pensar para resolver e sair de uma situação.

PRO- Duração do jogo para os padrões de hoje.
- Ausência de HUD na tela (heads-up display).
- Jogabilidade fluída.
- Novo sistema de cover.

CONT

 

- Baixa variedade de armas.

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Age of Empires 2: HD Edition – O retorno de ums dos melhores RTS que já existiu

22/03/2013 às 6:52
Atila Kawauti 10 Comentários

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O mundo dos games não é algo cíclico, prova disso são os lucros obtidos pelas empresas com remakes dos anos 90 para as novas plataformas. A EA acabou de lançar SimCity e parece que Age of Empires 2 HD está vindo para Steam.

Age of Empires 2 HD estará disponível exclusivamente via Steam e começará as vendas em 9 de Abril por R$ 34,99. Porém se você mal pdoe se segurar de vontade, já pode ir fazendo a pré-compra do game com um desconto de 10% que deixa o preço em R$ 31,49.

O game foi desenvolvido inicialmente pela Ensemble Studios e publicado pela Microsfot porém infelizmente a Ensemble não existe mais. Ao invés dela, a Hidden Path Entertainment que por sinal são os mesmos caras que desenvolveram o Counter Strike: Global Offensive, fizeram também esta versão do clássico RTS.

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Age of Empires é uma das franquias de estratégia em tempo real(RTS) mais aclamadas de todos os tempos e nela o jogador constrói sua civilização e defende seu território contra outras nações e seus exércitos.

Além de tudo isso, a versão HD de Age of Empires 2 terá suporte a 1080p com a opção de múltiplos monitores e terá todas as campanhas originais juntamente com a expansão The Conquerors. O game também terá suporte a achievements.

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Para poder de divertir com o games nostalgico, você só precisa ter um computador com Windows XP ou superior, 1.2Ghz de CPU, 1 GB de RAM e uma placa gráfica capaz de rodar DirectX 9.

Fonte: techcrunch



Pro Evolution Soccer 2013 agora também comercializado na STEAM

19/03/2013 às 10:37
Rodrigo Tadeu da Silva
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Talvez onde o universo Fifa ainda pudesse predominar, eis que amanhecemos com essa notícia que naturalmente deixará os fans de futebol bem felizes. No Facebook oficial da Steam o aclamado jogo de futebol da Konami pode ser comprado por R$62,99.

Isso dá mais uma opção aos amantes de futebol virtual, onde somente o Origin vendia e ainda assim era somente o Fifa.

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Seria esse, um pontapé inicial para jogos da Konami na Steam?

Com o anúncio do PES 2013, podemos considerar que os próximos jogos de futebol já estarão previamente presentes na Steam! Isso pode marcar um duelo natural entre Fifa e PES e suas respectivas lojas virtuais (Origin x Steam), em definitivo!

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Gabe Newell fundador da Valve Corporation feliz com a possibilidade de aumentar sua fortuna!

Pro Evolution 2014 ainda não possui data de lançamento, então aproveitem que o Gabe Newell tá bonzinho e desfrutem de um dos jogos de futebol mais aclamados dos últimos tempos!

Fonte: Steam



[Tomb Raider] Primeiras recomendações!

05/03/2013 às 14:59
Rodrigo Tadeu da Silva 2 Comentários

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Logo após o lançamento oficial de Tomb Raider, a internet já transborda de opiniões e reviews. A revista online, Kotaku já lançou seu review baseado na análise de  Evan Narcisse, colunista americano do site. Segundo Evan, aqueles que estão familiarizados com jogo do gênero third-person (pelo menos os lançados nos últimos 5 anos) poderão gostar.

Ele menciona também a inclusão de combates corpo-a-corpo, cenas sequenciais de tiro, sistema de cover (cobertura), e o que ele chama de “um mundo aberto segmentado”, além também de citar as modificações de armamento.

“Muito de Tomb Raider re-contextualiza elementos que vão ser reconhecidos por qualquer um que joga jogos de ação em terceira pessoa nos últimos cinco anos: especialmente finalistas em combate corpo a corpo, sequência de tiroteios que dependem fortemente de mecânica de cobertura e um mundo aberto seguimentado, desenvolvido para adquirir mais ferramentas e modificações de armas”

Segundo o site Kotaku, Tomb Raider, estrelado por Lara Croft, fica assim:

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Fonte: Kotaku



Driftmoon o RPG para quem curte games Old School

04/03/2013 às 8:00
Atila Kawauti
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Muitos irão dizer que o espírito da série Ultima está presente em Driftmoon especialmente pelo fato de que o desenvolvimento desse jogo começou em nada menos do que a 7 anos atrás.

Criado por um pequeno time de 2 pessoas, fundadores do Studio Instant Kingdom, Driftmon promete oferecer aos jogadores uma inesquecível aventura num mundo fantástico com direito a magias e tudo que um bom RPG possui.

Primeiro de tudo, se você é um fã hardcore do gênero RPG/Adventure o gameplay abaixo pode conter alguns spoilers leves, mas nada que estrague.

Driftmoon conta a história de um jovem que está prestes a embarcar na aventura de sua vida quando um bando de lagartos invadem o vilarejo onde seus pais moram e petrificam todas as criaturas vivas com algumas exceções.

Eu sinceramente estava a um bom tempo procurando um game que lembrasse o bom e velho Ultima VIII e Driftmoon parece ser até melhor. A história e os diálogos são muito bem escritos e lembram bastante um livro de fantasia.

Sendo franco, Driftmoon não tem gráficos super fodas ou sistemas ultra complexos de batalha, se esse é seu foco num game de RPG é melhor ir buscar em outro game. Esse game foi claramente feito para os órfãos dos antigos RPGs como a série Ultima, basta notar as semelhanças como o angulo de visão, diálogos em texto e o sistema de batalha.

O jogo é altamente recomendado a todos os jogadores que gostam do estilão old-school. Driftmoon está na Steam Greenlight. Entre lá e de um SIM para que ele seja disponibilizado para venda na Steam!

Gameplay:



[Bang Review] DmC: Devil May Cry

28/02/2013 às 16:55
Rodrigo Tadeu da Silva 6 Comentários

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Ainda que muitos, outrora pudessem criticar o visual rebelde de Dante, os mesmos que criticaram, se jogaram, puderam ver como o reboot fez bem a série. Convenhamos que um titulo desse, na mão da Ninja Theory era de se duvidar (a exemplo do que foi feito com Ninja Gaiden 3) que a série iria continuar boa, mas felizmente a resposta é positiva.

DmC: Devil May Cry “reboota” a saga e traz um novo Dante, mais jovem, mais sarcástico, e une tudo isso a ótima jogabilidade e gráficos de ponta, falhando miseravelmente em alguns pontos da história, essa que nem sempre fora o forte da série, onde pela primeira vez o fim justifica o meio.

Visual novo para um velho conhecido Visual novo para um velho conhecido

Sendo assim, vos trago esse review trabalhado sob os olhos e crítica de um fã apaixonado, que jogou e fechou todos os jogos da série.

Desenvolvedor/Developer: Ninja Theory
Publicadora/Publisher: Capcom
Produtor/Producer: Alex Jones, Motohide Eshiro
Motor/Engine: Unreal Engine 3
Plataformas/Plataform: X360, PSX3 e Microsoft Windows
Lançamento/Release: 17/01/13 Oriente, 15/01/13 Ocidente, 25/01/13 for Windows
Gênero/Genre: Hack N’ Slash
Versão jogada: PC

Sinopse

Em um universo paralelo, conhecido como Limbo, vive Dante. Jovem que é filho do conhecido Sparda, dêmonio, que ao lado de Mundus (antagonista em DmC) reinavam sob o mundo. Muitos anos se passaram e essa união se rompeu, deixando apenas Mundus no poder. Sob o controle geral do planeta, Mundus, que usa sua empresa terrorista, mídia parcial e controle total da população para benefícios próprios e controle geral. Um grupo chamado “A Ordem” (ORDER, The) requisita a união de Dante no combate a todo esse mal.

Bons gráficos é a marca registrada da série.

Bons gráficos é a marca registrada da série.

Introdução

DmC: Devil May Cry atende primeiramente a fãs do gênero Hack n’ Slash, geralmente conhecido em obras conceituadas como God of WarBayoneta e o mais recente Castlevania: Lords of Shadow, onde o foco está na jogabilidade facilmente adaptada à série desde o primeiro título, esse lançado em outubro de 2001.

É um jogo no tipo ame o ou odeie, visto que Devil May Cry sempre teve um estilo próprio, considerado por muitos até escrachado, surrealista ao extremo e pode torcer o bico de alguns e ao mesmo tempo queimar a lingua de outros.

Situações hilárias estão presentes em DmC

 

Jogabilidade

É o carro chefe da série e não podia ser diferente nesse DmC. Um jogo de fácil manuseio e incrível acervo de possibilidades que variam da mais básica “espadada” até uma sequência de combos. O atrativo desse novo título se resume aos nomes gerados pelos combos, esses cada vez mais envolventes. Todo os botões são associados e torna fácil a adaptação até mesmo para aqueles que não possuem facilidade em jogar jogos desse gênero.

Me dá um abraço?

Gráficos

Ao que se esperava, os gráficos atendem excelentemente bem a uma velocidade de frames muito boa. Deixando o jogo mais fluído e mais belo. Eu diria que dentre os jogos da série, DmC apesar de possuir gráficos mais cartunescos, fica lado a lado com os gráficos do seu antecessor Devil May Cry 4, protagonizado por Nero.

Som

Ao som de um Rock N’ Roll, DmC flúi bem. Animador é decaptar um demônio a um som pesado de Metal. Já era esperado esse gênero musical visto que se encaixa perfeitamente jogos brutalmente violentos e totalmente frenético.

Gameplay dinâmico, simples e frenético

Gameplay dinâmico, simples e frenético

Replay

Além do Main Story, mesmo ausente de Multiplayer, o jogo seleciona Missões (essas liberadas durante a história, e dependendo da dificuldade) para se ir desbravando e dando vida ao jogo que vária em média de 8 horas de duração. Por ser fácil de jogar, e possuir um enredo desejável, além da jogabilidade mencionada, DmC traz um bom replay, ainda que a “DLCapcom” que como sempre, irá prolongar a vida do título, acrescentando a história de Vergil (irmão de Dante) por alguma bagatela de dólares.

Expressões faciais estreiam na série

Conclusão

É um jogo que deve ser jogado, independente se você conhece os títulos passados. É gostoso de jogar, possui boas faixas musicais além de destacar a jogabilidade fluída. Dante vai te levar à as entranhas do Limbo e fazer você sentir a maldade de um mundo controlado. Pode se concluir que o jogo remete à sociedade uma mensagem importante. Uma mensagem de como se é fácil manipular uma situação, pensamentos e opiniões.

Prós

  • Jogabilidade flúida
  • Gráficos que não devem nada a ninguém
  • Expressões fáciais dos personagens de cair o queixo

Contras

  • Apesar da mensagem, a história viaja
  • Não possui multiplayer


Brutal Legend chega para Steam!

28/02/2013 às 16:50
Deborah Cabral

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Olá pessoal do Game Bang! Eu tinha participado de um podcast aqui no GameBang e tanto vocês, leitores, como o pessoal do blog me tratou tão bem (ganhei até um escravo lambuzado em óleo que me abana 18 horas por dia) que eu agora irei escrever aqui também! XD

Sim, sou menina. Sim, eu gosto de videogames. Não, não sou desempregada, então tenho pouco tempo para jogos. E como o Leon não vai comprar um PS3 para mim, não posso falar muito de jogos para consoles novos (leia -se qualquer coisa depois do ps2). Jogo mesmo é no PC, então me atrapalho com muitos botões, prefiro AWSD, risos.  Mas vamos ao que interessa: Brutal Legend! \m/

O jogo já é velho conhecido dos consoles, foi apresentado na E3 de 2009! Porém, a Double Fine Productions anunciou ontem que o jogo de rock/metal farofa e aventura Brutal Legend foi lançado oficialmente para PC. O personagem principal, um roadie chamado Eddie Riggs, é dublado por ninguém menos que o Jack Black, o cara que fez Tenacious D – um filme que é tão legal que tem até o Dio saindo de um poster.

Existem dois modos de jogo: o multiplayer e o single player. No modo multiplayer seu objetivo é destruir o palco do adversário, conquistando fãs, usando seu exército de headbangers, atacando com o poder do metal e tocando guitarra! No modo single player você tem a parte de aventura e enredo da história, ou seja,  você tem que destruir o Império do Mal de Lionwhyte.


Brutal Legend Ozzy

O enredo não é um dos mais originais, mas cara, a temática é sensacional! Tem participações geniais como ninguém menos que Ozzy Osbourne, Lemmy Kilmister, Rob Halford, entre outros. E claro, a trilha sonora tem rock e metal! Tem como ser mais épico q conquistar terrenos ao som de Black Sabbath? O jogo pode ser velho, mas estou louca para finalmente poder jogar no PC! Caso você também queira, é só comprar aqui.

Fonte



Valve tesoura várias pessoas incluindo um engenheiro de hardware.

15/02/2013 às 6:38
Atila Kawauti
Comenta aí!

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O engenheiro da Valve, Jeri Ellsworth recebeu a notícia de que foi tesourado da Valve junto com 25 outros funcionários. Ellsworth estaria participando ativamente no que seria o tão falado Steam Box, que seria a porta de entrada da Valve no mercado de hardwares. Não se sabe muito sobre quais os reais motivos dos cortes, mas os murmurinhos dos funcionários dizem algo como “Uma grande limpeza” e “Grandes decisões”. Como de costume as demissões da Valve não parecem estar relacionada co ma performance dos funcionários mas sim com uma mudança de direção da empresa.

“Parecem ter várias especulações incomuns das mudanças recentes por aqui, então eu comentar a respeito delas.” Disse o chefão da Valve para o Engadget. “Não, nós não estamos cancelando projetos. Não, nós não estamos mudando prioridades ou projetos que estivemos discutindo recentemente. Não, não tem nada haver com a Steam ou Linux ou hardware ou [insira um jogo aqui]. Nós não vamos discutir o porque alguém em particular está ou não trabalhando aqui.”

Resumindo, mesmo com esse piti todo ele não quis comentar das demissões, pelo menos ficou claro que o Steam Box pode ser uma realidade.



Novo Assassin’s Creed anunciado para 2014, terá novo protagonista

07/02/2013 às 17:14
Alfredo Affonso 1 Comentário

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O CEO Da Ubisoft, Yves Guillemo, acaba de anunciar oficialmente que teremos um novo Assassin’s Creed para o ano fiscal de 2014, que terá um novo herói, um novo time e um novo período de tempo onde a trama irá se desenrolar. O novo jogo da franquia terá múltiplos times desenvolvendo múltiplos capítulos dentro do jogo, tentando assim acelerar seu desenvolvimento. Yves promete divulgar mais detalhes em breve.

Fonte: Joystiq



Valve resolve problemas de segurança na Steam na surdina

07/02/2013 às 6:46
Atila Kawauti
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Valve-Changes-Steam-Profile-Pages-to-Eliminate-Privacy-Breach (1)

A Valve silenciosamente mudou a estrutura de perfis no Steam, para acabar com um problema de privacidade, de qualquer forma a empresa não revelou qual a real da brecha e como isso afetaria os usuários.

O problema foi descoberta pela Ars Technica e envolve manipulação de URL permitindo que possíveis invasores tenham acesso a dados que supostamente seriam privados.

O site discutiu com a Valve antes de vir a público e rapidamente o problema foi resolvido trocando a estrutura do sistema de contas.

Valve falando com a Ars

Valve discutindo com a Ars Technica.

Detalhes técnicos estão no site da Ars Technica.

A Steam é o maior serviço de distribuição digital que existe no PC e problemas de segurança e privacidade poderiam arruinar as vendas da empresa.