Posts ordenados pela categoria: Bang Review



Bang Review: Bioshock

09/05/2013 às 13:37
Otávio 1 Comentário

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Bioshock foi desenvolvido pela 2K Boston – hoje conhecida como Irrational Games – e distribuído pela 2K Games. O jogo foi lançado em agosto de 2007 para PC e Xbox 360 e para Playstation 3 em outubro de 2008 e para MAC OS X em outubro de 2009.

Seguindo o sistema FPS, Bioshock ainda possui alguns elementos de RPG, onde o personagem adquire poderes e efeitos passivos para o personagem, podendo escolher quais deles equipar e evoluir. Continue lendo…



Bang Review: Tom Clancy’s Ghost Recon Future Soldier

03/05/2013 às 14:37
Rodrigo Tadeu da Silva 2 Comentários

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Certos jogos não deveriam pertencer a certas produtoras. Embora a qualidade tamanha do Ghost Recon: Future Soldier seja notória, sua produtora a Ubisoft, também possui um tamanho descaso com os players de computador.

Isso se dá ao fato que, o jogo, embora possua uma qualidade gráfica imensurável do PC para os consoles, a versão de PC foi comprometida tecnicamente levando todos a crer que tal jogo foi portado dos consoles para o PC, e muitos problemas técnicos assombram até aqueles que possuem máquinas robustas que aguentam jogos muito mais exigentes do que Future Soldier.

Em meio a tudo isso, o jogo é de um primor incontestável, e mostra naturalmente porque é classificado como um dos jogos mais estratégicos da atualidade, justificando o porque da série Tom Clancy’s ser perito no assunto estratégia, espionagem e etc.

O Bang Review: Tom Clancy’s Ghost Recon: Future Soldier procurará trazer a experiência de quem jogou  e terminou por mais de uma vez, num ponto de vista crítico e não só enfatizando as características, sendo elas positivas, ou não.

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Bang Review: Dead Space

17/04/2013 às 20:35
Otávio 3 Comentários

A análise dessa semana aqui no Game Bang será de um famoso jogo que é altamente recomendado para jogadores que são amantes do gênero Survival Horror(átila chora!). O jogo promete vários sustos e momentos de tensão para os jogadores, mesclados a momentos de ação que só aumentam a diversão do jogador.

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Dead Space é um jogo de horror em terceira pessoa, considerado por muitos um dos melhores do gênero, que foi desenvolvido pela Visceral Games e publicado pela EA, lançado em outubro de 2008 para PC, Playstation 3 e Xbox 360, chegando a vender 1 milhão de cópias ainda em 2008.

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Bang Review: Metal Gear Rising Revengeance

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Digamos que a Platinum, desenvolvedora e Konami a distribuidora de Metal Gear Rising Revengeance tenha causado um hype maior em torno do projeto Rising do que o próprio jogo merecia.

Está claro para todos que jogaram MGSR:Revengeance que tal jogo herdar o nome Metal Gear seria apenas para atrair mais os holofotes, e claro, trazer ao jogo, mais vendas.

Esse review é baseado nas horas de gameplay que destinei ao título, e NÃO, as notas dadas por outros sites e revistas, no entanto eu joguei o jogo e terminei-o antes de disponibilizar o review. O GameBang trás então, uma análise de quem jogou o jogo, diferente de muitos outros sites pagos que apenas dão a nota, e sequer jogam.
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Bang Review: Tomb Raider

28/03/2013 às 17:46
Rodrigo Tadeu da Silva 5 Comentários

Surpreso. Surpreendido. Boqui-aberto. É assim que eu me sinto depois de jogar e terminar TOMB RAIDER, jogo que antigamente fora desenvolvido pela Core Design e distribuído pela Eidos Interactive, atualmente é produzido pela Crystal Dynamics e distribuído pela Square-Enix, me fez ser mais um fã da saga Tomb Raider.

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Confesso que nunca gostei da série, e só passei a me identificar com o gênero do jogo após jogar a trilogia Uncharted que possui resquícios de semelhanças (embora muitos acreditem em cópia), mas ainda assim, Tomb Raider foi certeiro, e a aposta da Square deu certo.

CONS

O jogo foi jogado na plataforma PC, jogo comprado pela Steam utilizando a configuração Phenon II X4, HD5770 1GB, 12 Gb ram, e rodado em full hd (1920×1080), utilizando 60% dos settings no ultra e a opção TressFx (efeito para os cabelos da Lara Croft) desativado, pois esse comprometia em torno de 30 fps (frames por segundo). A maioria das screenshots tiradas para esse review são da minha jogatina.

A maioria das cenas do jogo possui o sistema QTE (Quick Time Events), muito utilizado em jogos como Shemmue e Heavy Rain, onde o jogador assistir a cena e sempre aparece um comando para ele fazer e assim interagir com a cena.

O jogo foi jogado em 3D, utilizando o software TriDef da AMD como recurso e obtendo um retorno sensacional.

Abaixo, conheça mais sobre o efeito TressFx citado acima:

FT

Nome: Tomb Raider
Desenvolvedora: Crystal Dynamics
Publicadora: Square-Enix
Gênero: Ação
Lançamento: 5/03/13
Motor Gráfico: Modified Crystal Engine
Plataformas: Ps3, x360 e PC
 
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Box art do jogo Tomb Raider

Trailer 1

Trailer 2

Trailer 3

Trailer 4

SI

Tomb Raider explora a intensa e enérgica história da origem de Lara Croft e a sua ascendência de uma jovem assustada até uma sobrevivente de forte instinto. Destinado a “deixar a [sua] marca”, o navio onde Lara se encontra, o Endurance comandado por Conrad Roth, é atingido por uma violenta tempestade e parte-se em dois. Lara e outros sobreviventes vêem-se assim abandonados numa ilha tropical isolada, algures no Mar do Diabo.

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Rituais fazem parte da trama

Ela acorda dentro de uma gruta junto à costa, junto a outros corpos. Na tentativa de escapar, Lara magoa-se, encontra um ex-colega viajante morto numa pose de ritual e tem de lutar contra um misterioso humano que morre quando a gruta desaba. Depois de escapar, Lara tem de encontrar comida e água para sobreviver, lutando contra animais perigosos e tentar descobrir onde estão os outros sobreviventes. Mas uma escura ameaça espera quando ela é forçada a endurecer-se contra matar pessoas, a fim de lutar contra um grupo de mercenários malévolos que a procuram para a matar a si e aos seus companheiros.

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A estória do jogo praticamente reboota a saga Tomb Raider, onde Lara Croft, está descobrindo seu “eu interior”, e acaba tendo que por isso em prática involuntáriamente, e sem ser programado (como pensava).

A narrativa da estória é boa e intrigante. Possui reviravoltas a lá filmes de Holywood e a estória, de fato, te prende do começo ao fim. Digamos que tudo se baseia em escapar da ilha e levar consigo todos seus amigos e de praxe uma experiência exorbitante.

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A maioria das cenas possui QTE, e o jogador pode interagir ao invés de somente assistir!

A estória não desempolga hora alguma e te fazer querer jogar cada vez mais para ver a conclusão, embora o forte do jogo não seja a estória.

Nota: 8.5

 

GR

Tomb Raider possui belos gráficos e faz questão de exibir isso. A iluminação do jogo é brilhante (sic), e toda o ambiente parece vivo, parece que ressoa e está ali presente. As expressões faciais (técnica utilizada no fim da geração) também rouba a cena. Se espera de Tomb Raider gráficos soberbos, irá encontrar;

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Expressões faciais realistas

Nota-se que o jogo é belo em ambiente fechado quanto aberto. E mesmo sendo um jogo novo, e com belos gráficos o mesmo é leve. Pelo menos no PC, foi possível jogar com gráficos no ultra a 60 fps constantes, o que deixa a experiência gamística melhor ainda;

Nota: 9.5

S

 

Tomb Raider é tão imersivo, que te faz parecer estar junto a Lara na floresta, visto que, o som do ambiente no jogo é sensacional e música só aparece em alguns momentos ou em batalhas. O som flui bem com o resto e deixa a experiência ainda melhor, pois o jogo é repleto de árvores, cachoeiras, água e balas, muitas balas.

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Som do ambiente como florestas e cidades, impressionam

O som não é o forte do jogo, mas faz bem seu papel, e alguma vezes é até emocionante. Na maioria das vezes, a música e o som se comprometem a sugerir essa experiência, sem precedentes.

Nota: 8.5

JB

Ao meu ver é o ponto forte do jogo. Lara possui diversos recursos que se bem utilizado podem fazer a diferença. Primeiramente o jogar utiliza um arco e flecha e ele faz da jogabilidade fluir mais, além de certas horas ser essencial. O jogo possui uma limitada variedade de armas, mas ainda assim o bastante para Lara carregar em sua aventura.

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Lara Croft encontrando um São Paulino!

Basicamente, Lara carrega seu arco e flechas além da doze, ak47, pistola e usa também o grampo que usa pra escalar como arma. Todas essas armas possum recursos que são habilitados através do seu progresso e aumento de level durante o jogo. Certas armas ficam mortiferamente eficientes quanto se habilita tudo.

O jogo não se resume apenas na luta contra o inimigo mas também possibilita o aumento de experiência na caça, onde Lara precisa de suprimentos essencias para a sua sobrevivência.

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A caça é importante para a sobrevivência de Lara no jogo.

Inclusive o jogo passa a falsa impressão de ser um jogo no estilo open world (mundo aberto), onde se é possível caminhas e visitar tumbas secretas e ter a sensação que se perdeu na floresta.

Nota: 10
RP

 

Outro quesito super impotante para o jogo, visto que, eu mesmo fechando o jogo, apenas fechei-o com 65%. Ainda me restam encontrar novas tumbas, e achar novos segredos. O jogo é extremamente divertido e altamente violento, o que faz dele um jogo, apesar de velho, novo, com uma nova dinâmica. E agora sim a série “reboota” com maestria!

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Gráficos impressionantes e nada de HUD!

Nota: 9

 

CO

Tomb Raider 2013, como é conhecido, merece total respeito. Embora muitos players possum um certo preconceito com mulheres como personagem principal, recomendo experimentar esse jogo. Ele é pelo menos um jogo de ação de alta qualidade, para os mais humildes, mas para outros pode se dizer que é um dos melhores jogos dessa geração.

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Técnica do jogo faz você ter a impressão de jogar num jogo mundo aberto!

Recomendo a todos que gostam de um bom jogo de ação que muitas vezes exije do jogar pensar para resolver e sair de uma situação.

PRO- Duração do jogo para os padrões de hoje.
- Ausência de HUD na tela (heads-up display).
- Jogabilidade fluída.
- Novo sistema de cover.

CONT

 

- Baixa variedade de armas.

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[Bang Review] Crysis 3

08/03/2013 às 23:19
Rodrigo Tadeu da Silva 8 Comentários

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Para alguns a next-gen ainda está pra chegar, para outros, já é está presente a mais de 1 ano. Aos saudosos consolistas, esses mesmos que estão ali aguardando Killzone Shadow Fall entre outros games da tão grandiosa lineup (biblioteca de jogos)  de games da SONY e seu Playstation 4, a Microsoft provavelmente com o novo Xbox, vos digo: Crysis 3 já habita o mundo da next gen.

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[Bang Mini Review] Primeiras Impressões do Novo SimCity

06/03/2013 às 8:15
Atila Kawauti 2 Comentários

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Foi lançado ontem o tão aguardada da franquia Sim City, com direito a problemas nos servidores da Origin e tudo mais!

O novo SimCity veio com a proposta de renovar a franquia trazendo novos elementos à série como interação social entre cidades, agora sua cidade vizinha é controlada por outro jogador através da internet. O lado ruim disso é que o game te obriga a estar conectado na internet para poder joga-lo, uma prática cada vez mais comum no mercado atualmente. Ontem enquanto jogava decidi comprar energia do meu vizinho que aceitou a proposta, tudo corria bem mas sem prévio aviso meu vizinho decidiu cortar o contrato deixando minha cidade parcialmente sem energia. Estas situações imprevistas trazem um pouco mais de vida ao game.

E falando em jogar online, parece que os servidores da EA ainda estão capengando em alguns momentos. As vezes há uma demora para sair de uma tela e ela fica simplesmente congelada sem qualquer tipo de aviso. Outro bug que testemunhei foi um que do nada o jogo não me deixava mais construir nada na minha cidade, eu conseguia navegar pelo mapa sem poder construir ou destruir nada. A solução disso? Reiniciar o jogo que pra completar não salvou meu progresso até então.. =(

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Outra novidade é o sistema de upgrades em determinados edifícios governamentais. Por exemplo se você tem um hospital que está começando a ficar super lotado de pacientes não é necessário demolir o antigo e construir um novo por cima, o jogador simplesmente pode aumentar uma torre com novos leitos ou comprar mais ambulâncias. Esse novo sistema funciona muito bem por sinal, ponto positivo.

Na jogabilidade também temos leves mudanças. Agora ao construir ruas o jogador não está mais preso aos “quadradinhos” do mapa, é possível fazer curvas ou diagonais além disso as ruas já incluem encanamentos e os postes de luz. Durante o jogo é possível realizar missões que lhe rendem créditos para conta de sua cidade. As missões são variadas, podem ser simplesmente construir uma universidade até capturar 5 bandidos. As missões são bem variadas e dão um tempero a mais no game apesar da maioria não oferecer muito dificuldade ao jogador.. Os achievements também estão presentes acrescentando ainda mais a experiência, pra quem liga pra isso.

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As informações da sua cidade agora estão dispostas de uma maneira mais fácil de entender. Antigamente tínhamos alguns gráficos bizarros que indicavam por exemplo o nível de criminalidade ou o quão eficiente é o seu sistema de água. Agora temos gráficos animados que apresentam essas informações da sua cidade como se fossem um infográfico que é muito mais inteligível e visualmente mais agradável.

A câmera agora é bem mais dinâmica e você pode ver sua cidade de quase qualquer angulo. Existe até alguns efeitos de blur quando o jogador movimenta a câmera. Mudar os ângulos de visão agora é simples e rápido e nem precisa da ajuda do teclado. Esta é a melhor câmera da série até o momento.

O game parece estar mais fácil, mesmo nas primeiras horas de jogo minha cidade já conseguia lucros de $9.000 por hora! Além disso o índice de aceitação dos Sims da minha cidade estava acima de 75% oque é muito bom. Meu vizinho em determinada altura do jogo já era totalmente inútil e a interação estava quase nula entre nós. A maior dificuldade foi lidar com um mapa pequeno, pois infelizmente acabei caindo num lugar com pouco espaço para desenvolver a cidade.

E afinal, vale a pena pagar R$ 99 no jogo?
Agora não. Acho que vale esperar um pouco por 2 motivos: Bugs e queda do preço. No final das contas o game manteve a fórmula seguiu a tradição da série, não da nem pra chamar de reboot.



Bang Review: The Walking Dead

04/03/2013 às 14:20
Paulo Wirth
Comenta aí!

Finalmente, chegou a hora do Game Bang publicar uma análise do jogo do ano de 2012: The Walking Dead. Inicialmente, é tentador concluir que The Walking Dead é apenas mais uma história de zumbis que está na moda, como mutias outras. Não existe engano maior que este, uma vez que consiga ultrapassar as barreiras do preconceito.

The Walking Dead The Game Headline

O que torna o jogo criado pela Telltale Games tão especial? Serão analisados os pontos principais que tornaram The Walking Dead uma das adaptações mais bem sucedidas de quadrinhos para jogos e além disso, um jogo com uma narrativa que o cativará do começo ao fim.

O Melhor e o Pior de Um Ser Humano – Uma Visão Geral da História de The Walking Dead

A história do jogo, assim como nos quadrinhos e seriado de TV, trata da sobrevivência dos poucos humanos que restam perante a um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. A origem da calamidade não é explicada, ela simplesmente acontece. O que é interessante mesmo são os acontecimentos que envolvem os sobreviventes, cuja sanidade e moral são postos a prova a todo instante.

O jogador assume o papel de Lee Everett, um criminoso convicto a caminho da cadeia, prestes a cumprir pena pelos crimes que cometeu. Durante o percurso, o carro de polícia que transportava Lee colide com um dos mortos-vivos, aqui chamados de Walkers (do inglês, andarilhos ou vagantes). O carro capota e Lee, enfrentando circunstâncias nada favoráveis, luta por sua vida e despacha o policial que agora se tornou um zumbi. Mas ele não está sozinho, muitos outros zumbis estão ali ao redor e Lee é obrigado a se refugir numa casa ali perto.

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Lee e Clementine são os pilares da narrativa em The Walking Dead.

Notando a presença de uma criança que se refugiou na casa da árvore, Lee tenta iniciar uma conversação, apenas para ser ignorado. Por fim, decide explorar o local para encontrar algo que o ajude a se recompor e a mantê-lo informado do que exatamente está acontecendo. Durante a exploração, Lee é surpreendido por outro zumbi, sendo forçado mais uma vez a se defender. Nesse momento, uma menina presencia o confronto brutal, do qual Lee mais uma vez sobrevive. Lee e a garota iniciam uma conversa e mal sabe ele que ela funcionará como o compasso moral durante toda sua jornada em The Walking Dead. A menina, Clementine, é uma das melhores personagens coadjuvantes criadas do mundo dos jogos, e com certeza influenciará as decisões que tivermos com Lee perante a outros personagens e situações.

Um dos grandes chamarizes dessa adaptação de The Walking Dead é o carisma de seus personagens, a interação entre eles e a narrativa como um todo. O mais surpreendente é que as escolhas que o jogador fizer poderão afetar pequenas ou grandes coisas durante o curso da história. Não se engane, a estrutura básica da narrativa não muda, mas os acontecimentos durante seu curso sim.

Os personagens que compõem a narrativa são exclusivos, porém, o jogo se passa em localidades relacionadas a dos quadrinhos. Inclusive, há personagens da HQ que fazem pontas na trama, como Glenn e Hershell Greene. O mais interessante da participação desses personagens, é que há uma ligação de alguns acontecimentos com a trama dos quadrinhos, o que é um prato cheio para fãs mais aficcionados. Continue lendo…



[Bang Review] DmC: Devil May Cry

28/02/2013 às 16:55
Rodrigo Tadeu da Silva 6 Comentários

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Ainda que muitos, outrora pudessem criticar o visual rebelde de Dante, os mesmos que criticaram, se jogaram, puderam ver como o reboot fez bem a série. Convenhamos que um titulo desse, na mão da Ninja Theory era de se duvidar (a exemplo do que foi feito com Ninja Gaiden 3) que a série iria continuar boa, mas felizmente a resposta é positiva.

DmC: Devil May Cry “reboota” a saga e traz um novo Dante, mais jovem, mais sarcástico, e une tudo isso a ótima jogabilidade e gráficos de ponta, falhando miseravelmente em alguns pontos da história, essa que nem sempre fora o forte da série, onde pela primeira vez o fim justifica o meio.

Visual novo para um velho conhecido Visual novo para um velho conhecido

Sendo assim, vos trago esse review trabalhado sob os olhos e crítica de um fã apaixonado, que jogou e fechou todos os jogos da série.

Desenvolvedor/Developer: Ninja Theory
Publicadora/Publisher: Capcom
Produtor/Producer: Alex Jones, Motohide Eshiro
Motor/Engine: Unreal Engine 3
Plataformas/Plataform: X360, PSX3 e Microsoft Windows
Lançamento/Release: 17/01/13 Oriente, 15/01/13 Ocidente, 25/01/13 for Windows
Gênero/Genre: Hack N’ Slash
Versão jogada: PC

Sinopse

Em um universo paralelo, conhecido como Limbo, vive Dante. Jovem que é filho do conhecido Sparda, dêmonio, que ao lado de Mundus (antagonista em DmC) reinavam sob o mundo. Muitos anos se passaram e essa união se rompeu, deixando apenas Mundus no poder. Sob o controle geral do planeta, Mundus, que usa sua empresa terrorista, mídia parcial e controle total da população para benefícios próprios e controle geral. Um grupo chamado “A Ordem” (ORDER, The) requisita a união de Dante no combate a todo esse mal.

Bons gráficos é a marca registrada da série.

Bons gráficos é a marca registrada da série.

Introdução

DmC: Devil May Cry atende primeiramente a fãs do gênero Hack n’ Slash, geralmente conhecido em obras conceituadas como God of WarBayoneta e o mais recente Castlevania: Lords of Shadow, onde o foco está na jogabilidade facilmente adaptada à série desde o primeiro título, esse lançado em outubro de 2001.

É um jogo no tipo ame o ou odeie, visto que Devil May Cry sempre teve um estilo próprio, considerado por muitos até escrachado, surrealista ao extremo e pode torcer o bico de alguns e ao mesmo tempo queimar a lingua de outros.

Situações hilárias estão presentes em DmC

 

Jogabilidade

É o carro chefe da série e não podia ser diferente nesse DmC. Um jogo de fácil manuseio e incrível acervo de possibilidades que variam da mais básica “espadada” até uma sequência de combos. O atrativo desse novo título se resume aos nomes gerados pelos combos, esses cada vez mais envolventes. Todo os botões são associados e torna fácil a adaptação até mesmo para aqueles que não possuem facilidade em jogar jogos desse gênero.

Me dá um abraço?

Gráficos

Ao que se esperava, os gráficos atendem excelentemente bem a uma velocidade de frames muito boa. Deixando o jogo mais fluído e mais belo. Eu diria que dentre os jogos da série, DmC apesar de possuir gráficos mais cartunescos, fica lado a lado com os gráficos do seu antecessor Devil May Cry 4, protagonizado por Nero.

Som

Ao som de um Rock N’ Roll, DmC flúi bem. Animador é decaptar um demônio a um som pesado de Metal. Já era esperado esse gênero musical visto que se encaixa perfeitamente jogos brutalmente violentos e totalmente frenético.

Gameplay dinâmico, simples e frenético

Gameplay dinâmico, simples e frenético

Replay

Além do Main Story, mesmo ausente de Multiplayer, o jogo seleciona Missões (essas liberadas durante a história, e dependendo da dificuldade) para se ir desbravando e dando vida ao jogo que vária em média de 8 horas de duração. Por ser fácil de jogar, e possuir um enredo desejável, além da jogabilidade mencionada, DmC traz um bom replay, ainda que a “DLCapcom” que como sempre, irá prolongar a vida do título, acrescentando a história de Vergil (irmão de Dante) por alguma bagatela de dólares.

Expressões faciais estreiam na série

Conclusão

É um jogo que deve ser jogado, independente se você conhece os títulos passados. É gostoso de jogar, possui boas faixas musicais além de destacar a jogabilidade fluída. Dante vai te levar à as entranhas do Limbo e fazer você sentir a maldade de um mundo controlado. Pode se concluir que o jogo remete à sociedade uma mensagem importante. Uma mensagem de como se é fácil manipular uma situação, pensamentos e opiniões.

Prós

  • Jogabilidade flúida
  • Gráficos que não devem nada a ninguém
  • Expressões fáciais dos personagens de cair o queixo

Contras

  • Apesar da mensagem, a história viaja
  • Não possui multiplayer