Bioshock 2 foi desenvolvido pelos estúdios da 2K Games e lançado em 9 de fevereiro de 2010 para PC, Xbox 360 e Playstation 3. Uma versão para Mac foi lançada em 30 de março de 2012. Essa continuação acabou gerando muita polêmica entre os fãs de bioshock pois, mesmo não sendo ruim, ela acabou por não inovar a experiência, chegando a ser nomeada por muitos como um Bioshock 1.5.
Bioshock foi desenvolvido pela 2K Boston – hoje conhecida como Irrational Games – e distribuído pela 2K Games. O jogo foi lançado em agosto de 2007 para PC e Xbox 360 e para Playstation 3 em outubro de 2008 e para MAC OS X em outubro de 2009.
Seguindo o sistema FPS, Bioshock ainda possui alguns elementos de RPG, onde o personagem adquire poderes e efeitos passivos para o personagem, podendo escolher quais deles equipar e evoluir. Continue lendo…
O Bang Cast é um podcast de games que aborda os mais diversos tópicos do universo gamer de maneira descontraída e bem humorada. Neste cast falamos dos grandes sucessos dos jogos mobile, de Candy Crush e Plants vs. Zombies! Dessa vez, com a participação especial das meninas do Lomogracinha!
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Você pode também baixar em MP3 (112kbps):Download (clique com o botão direito do mouse, depois em salvar como)
Tempo:67 minutos
Estão presentes: Atila Kawauti, Leon Santiago, Larissa Coutinho e Natalia Nambara.
Visite o blog de fotografia analógica das meninas: Lomogracinha.com.br ;D
Edição: Leon Santiago Leitura de E-Mails: Atila Kawauti
Ouçam o cast do Cloth Myth Revolution com a participação do Atila e do Leon
Certos jogos não deveriam pertencer a certas produtoras. Embora a qualidade tamanha do Ghost Recon: Future Soldier seja notória, sua produtora a Ubisoft, também possui um tamanho descaso com os players de computador.
Isso se dá ao fato que, o jogo, embora possua uma qualidade gráfica imensurável do PC para os consoles, a versão de PC foi comprometida tecnicamente levando todos a crer que tal jogo foi portado dos consoles para o PC, e muitos problemas técnicos assombram até aqueles que possuem máquinas robustas que aguentam jogos muito mais exigentes do que Future Soldier.
Em meio a tudo isso, o jogo é de um primor incontestável, e mostra naturalmente porque é classificado como um dos jogos mais estratégicos da atualidade, justificando o porque da série Tom Clancy’s ser perito no assunto estratégia, espionagem e etc.
O Bang Review: Tom Clancy’s Ghost Recon: Future Soldier procurará trazer a experiência de quem jogou e terminou por mais de uma vez, num ponto de vista crítico e não só enfatizando as características, sendo elas positivas, ou não.
Dead Space 2 foi lançado no dia 25 de janeiro de 2011. Produzido pela Visceral Games e distribuido pela Eletronic Arts, o jogo foi muito bem aceito pela crítica (assim como o primeiro) e chegou a vender 2 milhões de cópias na sua primeira semana, número impressionante para um gênero não aclamado. Continue lendo…
O Bang Cast é um podcast de games que aborda os mais diversos tópicos do universo gamer de maneira descontraída e bem humorada. Neste cast desvendamos os mistérios dos hardwares dos consoles de mesa, explicamos conceitos e as principais partes integrantes de um hardware de console. Falamos sobre os hardwares da era 16-bit até a era 128-bit.
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Você pode também baixar em MP3 (112kbps):Download (clique com o botão direito do mouse, depois em salvar como)
Tempo:68 minutos
Estão presentes: Atila Kawauti, Leon Santiago, Alfredo, Diego e Taylor.
Edição: Atila Kawauti Leitura de E-Mails: Atila Kawauti
A análise dessa semana aqui no Game Bang será de um famoso jogo que é altamente recomendado para jogadores que são amantes do gênero Survival Horror(átila chora!). O jogo promete vários sustos e momentos de tensão para os jogadores, mesclados a momentos de ação que só aumentam a diversão do jogador.
Dead Space é um jogo de horror em terceira pessoa, considerado por muitos um dos melhores do gênero, que foi desenvolvido pela Visceral Games e publicado pela EA, lançado em outubro de 2008 para PC, Playstation 3 e Xbox 360, chegando a vender 1 milhão de cópias ainda em 2008.
Digamos que a Platinum, desenvolvedora e Konami a distribuidora de Metal Gear Rising Revengeance tenha causado um hype maior em torno do projeto Rising do que o próprio jogo merecia.
Está claro para todos que jogaram MGSR:Revengeance que tal jogo herdar o nome Metal Gear seria apenas para atrair mais os holofotes, e claro, trazer ao jogo, mais vendas.
Esse review é baseado nas horas de gameplay que destinei ao título, e NÃO, as notas dadas por outros sites e revistas, no entanto eu joguei o jogo e terminei-o antes de disponibilizar o review. O GameBang trás então, uma análise de quem jogou o jogo, diferente de muitos outros sites pagos que apenas dão a nota, e sequer jogam. Continue lendo…
Surpreso. Surpreendido. Boqui-aberto. É assim que eu me sinto depois de jogar e terminar TOMB RAIDER, jogo que antigamente fora desenvolvido pela Core Design e distribuído pela Eidos Interactive, atualmente é produzido pela Crystal Dynamics e distribuído pela Square-Enix, me fez ser mais um fã da saga Tomb Raider.
Confesso que nunca gostei da série, e só passei a me identificar com o gênero do jogo após jogar a trilogia Uncharted que possui resquícios de semelhanças (embora muitos acreditem em cópia), mas ainda assim, Tomb Raider foi certeiro, e a aposta da Square deu certo.
O jogo foi jogado na plataforma PC, jogo comprado pela Steam utilizando a configuração Phenon II X4, HD5770 1GB, 12 Gb ram, e rodado em full hd (1920×1080), utilizando 60% dos settings no ultra e a opção TressFx (efeito para os cabelos da Lara Croft) desativado, pois esse comprometia em torno de 30 fps (frames por segundo). A maioria das screenshots tiradas para esse review são da minha jogatina.
A maioria das cenas do jogo possui o sistema QTE (Quick Time Events), muito utilizado em jogos como Shemmue e Heavy Rain, onde o jogador assistir a cena e sempre aparece um comando para ele fazer e assim interagir com a cena.
O jogo foi jogado em 3D, utilizando o software TriDef da AMD como recurso e obtendo um retorno sensacional.
Abaixo, conheça mais sobre o efeito TressFx citado acima:
Nome: Tomb Raider
Desenvolvedora: Crystal Dynamics
Publicadora: Square-Enix
Gênero: Ação
Lançamento: 5/03/13
Motor Gráfico: Modified Crystal Engine
Plataformas: Ps3, x360 e PC
Box art do jogo Tomb Raider
Trailer 1
Trailer 2
Trailer 3
Trailer 4
Tomb Raider explora a intensa e enérgica história da origem de Lara Croft e a sua ascendência de uma jovem assustada até uma sobrevivente de forte instinto. Destinado a “deixar a [sua] marca”, o navio onde Lara se encontra, o Endurance comandado por Conrad Roth, é atingido por uma violenta tempestade e parte-se em dois. Lara e outros sobreviventes vêem-se assim abandonados numa ilha tropical isolada, algures no Mar do Diabo.
Rituais fazem parte da trama
Ela acorda dentro de uma gruta junto à costa, junto a outros corpos. Na tentativa de escapar, Lara magoa-se, encontra um ex-colega viajante morto numa pose de ritual e tem de lutar contra um misterioso humano que morre quando a gruta desaba. Depois de escapar, Lara tem de encontrar comida e água para sobreviver, lutando contra animais perigosos e tentar descobrir onde estão os outros sobreviventes. Mas uma escura ameaça espera quando ela é forçada a endurecer-se contra matar pessoas, a fim de lutar contra um grupo de mercenários malévolos que a procuram para a matar a si e aos seus companheiros.
A estória do jogo praticamente reboota a saga Tomb Raider, onde Lara Croft, está descobrindo seu “eu interior”, e acaba tendo que por isso em prática involuntáriamente, e sem ser programado (como pensava).
A narrativa da estória é boa e intrigante. Possui reviravoltas a lá filmes de Holywood e a estória, de fato, te prende do começo ao fim. Digamos que tudo se baseia em escapar da ilha e levar consigo todos seus amigos e de praxe uma experiência exorbitante.
A maioria das cenas possui QTE, e o jogador pode interagir ao invés de somente assistir!
A estória não desempolga hora alguma e te fazer querer jogar cada vez mais para ver a conclusão, embora o forte do jogo não seja a estória.
Nota: 8.5
Tomb Raider possui belos gráficos e faz questão de exibir isso. A iluminação do jogo é brilhante (sic), e toda o ambiente parece vivo, parece que ressoa e está ali presente. As expressões faciais (técnica utilizada no fim da geração) também rouba a cena. Se espera de Tomb Raider gráficos soberbos, irá encontrar;
Expressões faciais realistas
Nota-se que o jogo é belo em ambiente fechado quanto aberto. E mesmo sendo um jogo novo, e com belos gráficos o mesmo é leve. Pelo menos no PC, foi possível jogar com gráficos no ultra a 60 fps constantes, o que deixa a experiência gamística melhor ainda;
Nota: 9.5
Tomb Raider é tão imersivo, que te faz parecer estar junto a Lara na floresta, visto que, o som do ambiente no jogo é sensacional e música só aparece em alguns momentos ou em batalhas. O som flui bem com o resto e deixa a experiência ainda melhor, pois o jogo é repleto de árvores, cachoeiras, água e balas, muitas balas.
Som do ambiente como florestas e cidades, impressionam
O som não é o forte do jogo, mas faz bem seu papel, e alguma vezes é até emocionante. Na maioria das vezes, a música e o som se comprometem a sugerir essa experiência, sem precedentes.
Nota: 8.5
Ao meu ver é o ponto forte do jogo. Lara possui diversos recursos que se bem utilizado podem fazer a diferença. Primeiramente o jogar utiliza um arco e flecha e ele faz da jogabilidade fluir mais, além de certas horas ser essencial. O jogo possui uma limitada variedade de armas, mas ainda assim o bastante para Lara carregar em sua aventura.
Lara Croft encontrando um São Paulino!
Basicamente, Lara carrega seu arco e flechas além da doze, ak47, pistola e usa também o grampo que usa pra escalar como arma. Todas essas armas possum recursos que são habilitados através do seu progresso e aumento de level durante o jogo. Certas armas ficam mortiferamente eficientes quanto se habilita tudo.
O jogo não se resume apenas na luta contra o inimigo mas também possibilita o aumento de experiência na caça, onde Lara precisa de suprimentos essencias para a sua sobrevivência.
A caça é importante para a sobrevivência de Lara no jogo.
Inclusive o jogo passa a falsa impressão de ser um jogo no estilo open world (mundo aberto), onde se é possível caminhas e visitar tumbas secretas e ter a sensação que se perdeu na floresta.
Nota: 10
Outro quesito super impotante para o jogo, visto que, eu mesmo fechando o jogo, apenas fechei-o com 65%. Ainda me restam encontrar novas tumbas, e achar novos segredos. O jogo é extremamente divertido e altamente violento, o que faz dele um jogo, apesar de velho, novo, com uma nova dinâmica. E agora sim a série “reboota” com maestria!
Gráficos impressionantes e nada de HUD!
Nota: 9
Tomb Raider 2013, como é conhecido, merece total respeito. Embora muitos players possum um certo preconceito com mulheres como personagem principal, recomendo experimentar esse jogo. Ele é pelo menos um jogo de ação de alta qualidade, para os mais humildes, mas para outros pode se dizer que é um dos melhores jogos dessa geração.
Técnica do jogo faz você ter a impressão de jogar num jogo mundo aberto!
Recomendo a todos que gostam de um bom jogo de ação que muitas vezes exije do jogar pensar para resolver e sair de uma situação.
- Duração do jogo para os padrões de hoje.
- Ausência de HUD na tela (heads-up display).
- Jogabilidade fluída.
- Novo sistema de cover.