Arquivos mensais: March 2012



Worms volta com: Worms Revolution

31/03/2012 às 11:03
Atila Kawauti
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A produtora Team 17 anunciou um novo jogo na velha série Worms, que diga-se de passagem é um série FODA. Com o subtítulo Revolution, ele será feito sobre um novo sistema gráfico e trará várias novidades para a luta de minhocas, sem abrir mão de itens clássicos como as granadas e bazucas. Ao que tudo indica o jogo seguirá totalmente o estilo dos jogos clássicos. Esse promete ser uma surpresa agradável para os fãs!

Worms Revolution será lançado em algum dia do segundo semestre para PC e consoles. Veja o primeiro trailer:



Série Total War pode ir para os consoles na próxima geração

31/03/2012 às 10:59
Atila Kawauti
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Segundo o diretor do estúdio The Creative Assembly, Mike Simpson, os jogos da série de estratégia Total War podem sair nos consoles da próxima geração, desde que eles tenham memória suficiente para rodá-los.

Mike diz que Total War se manteve exclusivo do PC até hoje apenas por uma questão técnica, especificamente pela pouca memória dos consoles. “A atual geração de consoles não aguenta — eles não têm memória suficiente, em grande quantidade. Essas razões técnicas provavelmente são as únicas razões. Muitas pessoas acham que a interface de usuário é o problema, porque ninguém fez isso bem feito ainda.

Ainda não é certo que vão realmente levar a série aos concsoles, mas se isso ocorrer haverão mudanças. Segund o diretor no caso dos consoles o foco seriam partidas mais curtas em relação as de PC. Só nos resta saber agora se estas mudanças vão cagar no jogo ou não.




Sega enfraquece, ano fiscal ruim leva a corte de custos e reestruturação

30/03/2012 às 14:14
Paulo Wirth 3 Comentários

O Game Bang recentemente lançou um podcast contando a história da Sega.

Pois bem, parece que a antiga gigante japonesa dos games dá mais sinais de enfraquecimento no mercado de software.

O grupo Sega Sammy Holdings anunciou hoje um plano de reestruturação para a divisão japonesa da subsidiária Sega. Isto se deve ao péssimo ano fiscal (encerrando amanhã), que a compania teve. Parece que as perdas monetárias foram grandes demais para manter a estrutura atual, então medidas foram planejadas, leia-se: cortes de custos, demissões e cancelamento de jogos.

Algumas das medidas estão listadas abaixo:

  • Compactação das operações nos Estados Unidos e Europa, resultando numa compania de menor tamanho, com crescimento sustentável (nas entrelinhas, corte de pessoal e infra-estrutura);
  • Foco em franquias mais fortes como Sonic, Football Manager, Total War e Aliens. Alguns jogos serão cancelados;

A necessidade dessa estruturação, segundo o gruop Sega Sammy, vem do ano difícil que a empresa teve nos mercados norte-americano e europeu. A perda é estimada em 7.1 bilhões de yens, equivalente a 86.4 milhões de dólares.

É uma situação muito triste para uma das companias que alegrou a infância de muitos jogadores, com seus consoles (Genesis, Dreamcast) e franquias (Sonic, House of The Dead, Shenmue, Alex Kidd, Golden Axe e muitos outros).

Sega, que sua história tenha um final digno.

Fonte: Sega Sammy (PDF, Inglês).



Assassin’s Creed 3 baterá recorde de pré-vendas da Ubisoft?

30/03/2012 às 12:04
Rodrigo Silva 1 Comentário

IT PRINTS MONEY!!1

A Ubisoft resolveu dar uma de Mãe Dináh e prever o futuro. Numa nota à imprensa enviada hoje, a Ubisoft diz que o jogo já teve um “número massivo” de Pre Orders e que, se as coisas continuarem assim, ele tem tudo pra ser o jogo com mais Pre Orders da empresa. Claro que a Ubisoft não entregou o jogo assim tão fácil. Em momento algum eles mencionam qual o número exato de pre orders até então, porém dizem que, quando comparado no mesmo período (3 semanas), o número de Pre Orders do Assassin’s Creed 3 foi 10 vezes maior que o último lançamento da franquia, Assassin’s Creed Revelations. Se considerarmos o fato que, além de alguns trailers, quase nada foi revelado sobre o jogo, o número se torna realmente impressionante. Só falta eles melhorarem a AI dos inimigos do jogo que tá tudo lindo.

 

Fonte: Joystiq



O multiplayer promissor de Max Payne 3

30/03/2012 às 9:00
Paulo Wirth 2 Comentários

Este ano está recheado de lançamentos importantes para o mundo dos jogos e certamente Max Payne 3 é um deles.

Produzido pela Rockstar, com acompanhamento da Remedy, Max Payne 3 promete um excelente jogo de ação com um intenso multiplayer. Um novo trailer foi liberado recentemente e mostra os modos que ele conterá.

Bullet Time

Similar ao modo single, o jogador poderá utilizar o recurso do Bullet Time online. Ele causa um efeito no qual o tempo paraliza e o jogador pode se valer disso para aniquilar seu oponente com estilo (câmeras drámaticas a la John Woo, lembra de M:I2?) e desviar de balas em sua direção.

É muito intrigante implementar este recurso no multiplayer, uma vez que isso poderia ser usado a exaustão e prejudicar a dinâmica de jogo, mas a Rockstar afirma que só os jogadores na sua linha de visão serão afetados pelo bullet time.

A idéia da softhouse é utilizar os pontos fortes de jogos em terceira pessoa para que o jogador se sinta conectado a seu personagem ao mesmo tempo que tenham total controle os combates. Além disso, é apenas um dos recursos disponíveis para o jogador usar em combate, mais deles serão revelados em breve.

Gang Wars

Jogadores formam grupos compostos pelas facções vistas no modo single, onde travam combate em cenários com uma história progressiva. Dependendo do resultado dos combates, sua equipe recebe novos objetivos (dinamicamente) a cumprir durante a competição.

Payne Killer

Dois jogadores assumem o papel de Max Payne e seu parceiro para enfrentar hordas de inimigos. Ganha o round quem permanecer vivo por mais tempo.

Aguardem maiores informações! Max Payne tem lançamento previsto para 15 de maio.




Ridge Racer Unbounded

30/03/2012 às 6:46
Atila Kawauti
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A Namco Bandai e a desenvolvedora Bugbear Entertainment divulgaram novo trailer para o lançamento do jogo Ridger Racer Unbounded.

Ridger Racer Unbounded deverá ser lançado mundialmente no próximo mês para PC, Xbox 360 e Playstation 3. O novo título traz muitas novidades como a adição de ferramentas de design e como a ênfase nas batidas nos adversários como estratégia de jogo.

Resumindo: o jogo acabou virando Burnout!

Confiram o trailer:



BrowserQuest: Novo jogo em HTML5 feito pela Mozilla

30/03/2012 às 6:39
Atila Kawauti
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Segundo o Tech News World, o game BrowserQuest foi desenvolvido em parceria com o estúdio de design Little Workshop e foi criado utilizando HMTL5, JavaScript e gráficos em 2D construídos com HTML5 Canvas.

O jogo pode ser jogado em qualquer navegador disponível assim como em uma variedade de dispositivos e plataformas.

“BrowserQuest é uma homenagem aos clássicos videogames com um toque multiplayer. Você joga como um jovem guerreiro impulsionado pela emoção da aventura. Não há nenhuma princesa para salvar aqui, apenas um mundo perigoso, repleto de tesouros para serem descobertos. E tudo aqui é feito em HMTL5 e JavaScript”, afirmou a empresa.

BrowserQuest já está disponível para download gratuito no site GitHub.

O site oficial do BrowserQuest é www.browserquest.mozilla.org/.



Playstation Vita review

30/03/2012 às 0:33
Rodrigo Silva 2 Comentários

Recentemente numa muambagem viagem ao Paraguai comprei o meu mais novo brinquedinho: um PS Vita. Como é um portátil relativamente novo, resolvi fazer um rápido (espero!) review sobre ele. Será que a mais nova aposta da Sony no mundo dos portáteis tem futuro?

Hardware

A primeira coisa que se pensa quando se tem o primeiro contato com o console é: “meu deus, que tela gigante!”, e é mesmo. São 5 polegadas de jogatina e, por incrível que pareça, você não se “perde” olhando pra ela; sua visão consegue processar tudo o que está acontecendo. O brilho é muito bom também, mas não é dos mais incríveis quando comparado à outros dispositivos (a tela do Galaxy S II, por exemplo).

PS Vita acima, PSP abaixo. Não sei fotografar.

Os analógicos são um show à parte: A pegada é muito confortável, infinitamente melhor que o seu irmão mais velho, o PSP. A tela de toque é capacitativa como a grande maioria dos smartphones atuais e permite multi touch. O touch pad (a “área de toque  de trás”) funciona do mesmo jeito que a tela de toque. Os botões de ação (triângulo, bola,…) estão menores e mais afastados, o que deixa a pegada um pouco estranha. Dá a impressão que você precisa de um dedo mais gordo  pra apertar quadrado e triângulo, por exemplo. O direcional pouco mudou.

Irmão mais velho e mais novo, respectivamente.

Os dois únicos problemas no hardware são a bateria e o Memory Card. Sobre a bateria, comigo, ela durou no máximo 4 horas. O meu PSP 1000 que já deve ter seus 5 anos de idade tem uma bateria mais potente que isso. Sobre o memory card… bom, o que poderia haver de errado num cartão de memória? Nada, certo? Nope! Estamos falando da Sony. É um memory card especifico, que custa absurdamente caro. Não é nem um Memory Stick Pro Duo whatever. Eu paguei US$25 em 4 GB. Com este dinheiro dá pra comprar um SD de 32 GB.

Ah, sim. Há um microfone embutido e duas câmeras (frontal e traseira) também. Não que isso realmente importe…

Software

É aí que o PS Vita mostra o seu potencial. A Live Area (a XMB do PS Vita) é sensacional. Extremamente rápida, fácil de se achar e o melhor: completamente multitask. Você consegue facilmente pausar qualquer jogo (ou qualquer outro app) e ir pra Live Area, abrir qualquer outra coisa (Yes! Nós temos cross chat finalmente num console da Sony!!) sem que haja um lagzinho sequer. E, claro, depois de tudo isso você pode voltar ao seu jogo do ponto exato onde você parou. Sem medo de exagerar: é algo que cospe na cara da XMB. Só pra se ter uma ideia, eu estou tão acostumado com o PS Vita que, ontem, jogando Mass Effect 2 no PS3, eu tive de ir pra XMB pra mexer numa configuração qualquer do PS3. Na hora em que eu apertei o PS Button e vi que os ÍCONES demoravam séculos pra carregar, bateu aquela tristeza no coração. No PS Vita é tudo tão mais rápido, mais fluido, mais… mais! Faz com que imploremos que a Sony implemente algo ao menos parecido no PS3.

Jogos

Claro, o que mais importa. E, infelizmente, onde o PS Vita mais peca. Como é de praxe da Sony, o PS Vita não teve um line up inicial decente. Até mesmo um dos carros-chefe da Sony, Uncharted,  que é um jogo muito bom (média 80 no metacritic) não é bom o suficiente pra que desembolse US$ 350 (console + memory card + jogo). Além de Uncharted: Golden Abyss, comprei Wipeout 2048 (sou fã da série, me julguem) e Touch my Katamari. Katamari não há o que comentar, é mais do mesmo. Wipout está numa das suas melhores versões no PS Vita, com uma campanha multiplayer sólida. Enquanto Uncharted é o que mostra realmente o potencial do console. Sim, por um momento parece que você está jogando PS3 de tão belos que são os gráficos.

Resumindo…

Vale à pena comprar agora? Sinceramente, não. Ainda há poucos jogos bons pro sistema e não há nenhuma outra feature que justifique a compra imediata de um Vita. Mas não me entendam errado: esse baixinho tem um potencial gigantesco. Com um “sistema operacional” incrível e que te deixa com nojo da XMB do PS3 e um hardware promissor, o PS Vita tem tudo pra concorrer de frente com o 3DS. Só falta o mais importante: bons jogos. Mas tudo bem. O 3DS já está aí há mais de um ano e também sofre do mesmo mal…

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