Segundo fontes do jornal New York Times. A criadora de FarmVille, CityVille e outros jogos sociais toscos teria tentado a compra há alguns meses, durante o verão americano.
A propósito se você por ventura não saiba o que diabos é Zynga ou Rovio, ouça o cast #09: Jogos Fofinhos.
Segundo o jornal, tanto a Rovio como a PopCap estariam vendo com maus olhos o modus operandi da Zynga, que estaria submetendo seus funcionários a longas e desgastantes jornadas de trabalho. No Vale do Silício, onde a proliferação de novos negócios torna cada vez mais difícil reter talentos, a forma com que a Zynga trata seus funcionários é vista como um grande risco para a continuidade da empresa no nível atual.
“A companhia opera como uma federação de cidades-estado, com equipes autônomas para cada jogo, como FarmVille e CityVille. Às Vezes pode ser uma guerra suja e brutal. Os funcionários trabalham por longas horas, os gerentes monitoram o progresso incansavelmente e as ligas fracas são rebaixadas ou mandadas embora”, diz um funcionário que foi demitido uma fonte anônima ouvida pelo New York Times.
As negociações entre a Zynga e a Rovio são novidade, mas a tentativa de compra da PopCap pela casa de FarmVille foi notícia por várias semanas. Agora, o New York Times revela que a oferta da EA pela PopCap, que acabou sendo aceita, foi menor que a da Zynga. A EA pagou US$ 750 milhões pela produtora, com bônus de performance que podem levar o negócio a mais de US$ 1 bilhão. A Zynga, por sua vez, ofereceu US$ 950 milhões no ato da compra, porém o risco de perder funcionários diante das altas exigências de performance teria pesado contra.
A única coisa que faltou o NewYork Times falar foi que a Zynga utiliza escravos chineses para desenvolver seus games..
Qual a primeira coisa que te vem à cabeça quando você ouve falar em Indiana Jones?
Pensou aí? E então?
Harrison Ford fugindo de uma pedra gigantesca que rola por uma caverna estreita? Um árabe se exibindo com suas espadas e levando uma bala no meio das idéias? Aranhas cercando o herói por todos os lados? Pois é, muito provavelmente você lembrou de algumas cenas de ação e não da história que liga cada uma dessas sequências. Se você estender esse questionamento para a maior parte dos clássicos do cinema de aventura, perceberá que daí emerge um padrão: a experiência mais significativa que uma aventura proporciona nasce do caminho percorrido, dos desafios enfrentados e da maneira como os personagens se modificam ao longo da jornada. De nada vale uma motivação grandiosa se em momento algum os aventureiros saem de sua zona de conforto, se não enfrentam desafios excepcionais, se sua força de vontade e suas habilidades não são testadas de uma maneira inédita.
É importante compreender essa característica da narrativa de aventura para entender a declaração de Amy Hennig – diretora criativa da Naught Dog – em um dos videos bônus de Unchated 3. Segundo ela, contrariando o que a maior parte dos fãs pensa a respeito do processo criativo da série, a primeira preocupação da equipe é identificar qual o próximo passo a ser dado no campo de tecnologia aplicada no desenvolvimento das fases e da mecânica de jogo para que posteriormente a história entre em cena, se moldando à jornada.
Compreender que um gameplay polido agrega valor não apenas à narrativa emergente – aquela que nasce da interação entre jogador e jogo – mas também à própria narrativa embutida, ja que a imersão se estende para além das sequências interativas, dando significado dramático para as cut scenes, é um trunfo que a Naught Dog usa de maneira exemplar. Ver Drake bebendo água após a longa caminhada pelo deserto, onde a dublagem, o visual, a trilha sonora e o gameplay se unem para gerar uma sensação de cansaço e exaustão, é um alívio para o próprio jogador e sentir isso em um game é de um valor inestimável.
Claro que uma série que pretende usar figuras e eventos históricos com background para uma aventura necessita de um bom plot e Uncharted sempre se saiu muito bem nesse aspecto; no entanto existe algo sobre o roteiro desse terceiro capítulo da franquia que destoa dos demais: o clima intimista. Oras, se estamos há 3 jogos encarnando Nathan, um especialista em história que vive como ladrão, arriscando constantemente a sua vida como se tivesse um desejo de morte e aparentemente fugindo de todo e qualquer comprometimento afetivo, é evidente que uma hora ou outra nos questionaremos: como foi a infância de uma pessoa assim? Como ele adotou esse tipo de conduta? Quem ele é de fato? Todas essas perguntas são levantadas e respondidas com muito tato pelo roteiro de Drake`s Deception. Sem soar didático ou mesmo intrusivo, muitos pontos até então obscuros da vida do herói são levados à luz e, ao final da jornada que mais uma vez segue os passos de Sir Francis Drake, sentimos que a incursão mais importante da qual participamos foi rumo ao âmago do outro Drake, de um explorador jovem que precisa aprender com seu xará a se apegar ao que realmente importa e deixar as areias do tempo engolirem o que deve ser esquecido.
E como pacifismo nunca combinou muito com games de aventura, a mecânica de ação recebeu bastante atenção! O game está mais difícil do ponto de vista dos combates, a evolução pelos cenários durante um tiroteio precisa ser feita de maneira mais ponderada – por questão de bom-senso do jogador mesmo, não por qualquer limitação imposta dos movimentos, Nate continua um macaco de circo, ainda mais ágil- a mira foi modificada e está mais “pesada”, “arrastada”, lenta, sair correndo feito o Rambo é pedir para morrer, já que a I.A. dos adversários está melhor e o seu tempo de recuperação após ser atingido está maior. Já o combate corpo a corpo está bem mais fluido, com mais diversidade de golpes e permitindo enfrentar vários inimigos ao mesmo tempo, compensando com dinamismo a nova dinâmica de tiro, tornando o mano-a-mano uma opção mais interessante em diversos momentos. A destruição, que sempre foi um ponto forte da franquia, nesse novo título está impressionante, principalmente porque a interação do jogador com os cenários que estão desabando, queimando, sendo inundados, despencando em meio a uma explosão, sendo sugados pela terra está muito mais ativa, com uma cadência melhorada, mais imersiva.
Quem jogou o multiplayer de Uncharted 2 certamente ficou se indagando o que a Naught Dog faria para se superar, afinal o online do segundo título era viciante… bom, eles conseguiram melhorar isso também! Se antes havia um helicóptero e um tanque para apimentar as partidas, agora são tempestades de areia, cenários em movimento como um comboio de caminhões perseguindo um avião e trêns correndo por um túnel estreito que tornam cada combate único. Mas certamente a principal evolução nesse modo de jogo é a customização das armas – que agora são selecionadas antes da partida começar e podem receber upgrades – e do próprio perfil do jogador, que agora permite a criação de classes compostas por duas armas – uma longa e uma pistola- duas habilidades especiais como escalar ou correr mais rapidamente e um especial que na verdade é uma habilidade muito mais forte que fica ativa por um curto período de tempo. As inúmeras combinações possíveis aumentam muito a longevidade desse modo de jogo.
Com pouco tempo navegando pelos extras, batendo os olhos em algumas ilustrações de conceito das fases, já percebemos que os designers não apenas estão sendo muito bem pagos, como também são maníacos detalhistas que não se preocupam apenas em ilustrar cada estátua, cada mesa bagunçada ou cada prédio, mas também contextualiza-los em uma ilustração maior que transmita o clima que a cena deve ter, comunicando-se não só com quem será responsável pela modelagem, mas com quem cuidará das câmeras, da iluminação e até da trilha sonora. Ao ver o jogo rodando com todo esses elementos interagindo fica claro o por-quê de Uncharted ter uma imersão tão poderosa, tão eficiente.
Provavelmente Uncharted 3 será comparado com seu antecessor, isso é natural. Mas os gráficos, a narrativa, a imersão, os modos de jogo e praticamente todos os outros componentes do game foram melhorados… seria injustiça dizer que, mesmo sendo um dos clássicos contemporâneos, Unchated 2 conseguiu manter seu posto como melhor título da franquia. Esse novo jogo contribuiu novamente para a indústria dando exemplo não apenas com o produto final, mas com todo o seu processo de desenvolvimento, que transparece que esse grupo de pessoas mantém para si alguns valores esquecidos pelos grandes estúdios em tempos nos quais os recordistas de venda soam tão parnasianos.
Antecipando-se ao lançamento do PlayStation Vita (PS Vita) no Japão, esta atualização vai preparar o PlayStation 3 (PS3) para servir como um dispositivo de gerenciamento de mídia. Isto permitirá que os usuários copiem seu conteúdo digital como jogos, música, fotos e vídeos entre o PS Vita e o PS3, façam cópias de segurança dos títulos de PS Vita, incluindo saves de jogos, para o disco rígido do PS3, e atualizem o software de sistema do seu sistema PS Vita usando os recursos de rede do seu PS3.
Outras mudanças que estarão presentes nesta atualização incluem:
Membros PlayStation Plus (quando o serviço estiver disponível no Brasil) poderão ativar ou desativar separadamente cada item de atualização automática:
Correções de jogos
Software de sistema
Jogos e vídeos recomendados
Sincronizar informação sobre Troféus
Novas configurações da PlayStation Network para filtrar pedidos de amizade e mensagens
Além disso vão finalmente adicionar a opção Pt-br no console. Só sei que não aguento mais atualizar o PS3! Sai uma atualização por minuto! PQP!
Mario Kart é sempre uma agradável surpresa seja no portátil ou no console de mesa. E novo Mario Kart 7 parece seguir esta tradição de ser um bom game!
Segundo Miyamoto o jogo funciona espetacularmente bem(Ainda bem né?), e destaca que, “O que é verdadeiramente emocionante é a nova possibilidade de termos sensação de profundidade. Uma vez que tem imagens 3D reais você consegue saber com clareza onde estão todos os objetos nesse espaço, facilitando a jogabilidade.” (E antes não dava pra saber? o.O)
Na sequencia continua, “Descobrimos que colocando a câmera um pouco para trás para observar como carro anda, funciona muito bem,”.
O criador elogiar o jogo não vale né? haahhaahha! Enfim, outros sites também ja fizeram avaliações de Mario Kart 7 e parece que o negócio está bom mesmo! Confiram:
(esse “uóóó” era aquela sirene do Smash Bros., deu pra perceber, né?)
meu novo wallpaper
Pipocaram ontem boatos que a Sony estaria trabalhando em um smash-bros-wanna-be com (todos os 3) mascotes da casa e já estão todos malucos por aí vomitando sobre o rooster da bagaça e tudo mais.
O que aconteceu de fato: um SUPOSTO funcionário da SuperBot, empresa cuja seção de Games nem link tem, SUPOSTAMENTE postou em seu twitter, que convenientemente foi deletado em seguida, SUPOSTAS imagens do desenvolvimento do jogo, que, olha só, já tem até um SUPOSTO título: Title Fight (sério, internet? sério?)
Nariko, de Heavenly Swords
Sweet Tooth
Cara, Smash Bros. fez tanta escola que hoje parece que a idéia desse tipo de jogabilidade, que eu em toda minha astúcia chamo de LUTA DE PLATAFORMA, está grudada com a idéia de crossover, coisas que a princípio não tem nada a ver. D.O.N e C.N. Punch Time Explosion tão aí pra provar o que eu to falando.
Agora, TITLE FIGHT (pff…), me parece um jogo que se encaixaria mais numa jogabilidade mais tradicional. Pelos 5 minutos que eu gastei pesquisando as fontes do boato, não achei NADA que ligasse o jogo mais à Smah Bros. que à Marvel vs. Capcom ou Tekken, então #CALMA #INTERNET.
Eu espero que esses boatos se confirmem por uma série de motivos que incluem a) vai ser fóda, a Sony tem um rooster fudido e possivelmente muito menos frescura pra trazer convidados especiais e b) torcer pro jogo ser muito mais legal ou muito mais chato que Smash Bros. pra ficar colando aqui a frase do Diego de que “esses jogos são todos iguais, gostou de um gostou de todos”.
Vamos começar com o óbvio: mesmo que a Capcom seja cretina ao ponto de lançar uma versão que eu chamaria de 3.5 de Marvel vs Capcom 3, minha opinião sobre o game permanece a mesma. Continua tendo cores vibrantes, jogabilidade relativamente simples e um elenco variado entre personagens populares e os obscuros de ambos os lados. Só para frisar, o game continua a mesma coisa, porém com alguns balanceamentos e ajustes, uma dúzia de novos personagens, uma AI renovada, então se nada disso lhe interessa, até o próximo review!
Os 12 novos personagens em Ultimate Marvel vs. Capcom 3 são a parte que realmente importa neste game. Cada um possui diferenças palpáveis nos controles, então não vai ter a sensação de que o Hawkeye é simplesmente o Taskmaster com uns dois movimentos a mais. Obviamente temos novos cenários e nova músicas para cada personagem.
Os novos lutadores são:
Nova
Rocket Raccoon
Iron Fist
Doctor Strange
Ghost Rider
Hawkeye
Frank West
Vergil
Phoenix Wright
Nemesis
Firebrand
Strider
Algo que vale lembrar é que há um DLC grátis: Heroes and Heralds um novo modo de jogo que será lançado em breve, se é que já não foi. Este novo modo permite que você modifique seu personagem conferindo a ele habilidades especiais, como por exemplo: invencibilitade temporária. Além disso, lobbies online adicionaram um modo Espectador enquanto você espera sua próxima luta. E finalmente, há um modo Arcade onde você passa por séries de lutas para no final enfrentar o injusto chefe Galactus.
Eu continuo gostando de Ultimate Marvel vs Capcom 3, mesmo eu não jogando tão bem. Se você perdeu a edição anterior deste game ou simplesmente quer ficar em dia com as atualizações da Capcom, não perca esta chance pois o game ainda vale seu tempo/dinheiro.
Pelo que eu lembro, esse Lego Batman 2 já está oficialmente em produção a um tempo, junto com um possível Lego Hobbit. Certo?
GameBang, o único site DA INTERNET que não faz gambiarra pra cortar a marca do site que postou a notícia originalmente.
Hoje ~~~caiu na net~~~ uma suposta imagem promocional do que seria Lego Batman 2: Super Heroes.
De cara, o que chama atenção é a presença do Supão aí em cima, né? Ao fundo tem alguma coisa que parece muito a armadura de guerra do Lex Luthor e mais no fundo ainda, a Mulher Maravilha. Nas gringas tem muita gente cogitando que o game tenha todos TODOS os heróis da DC (o que daria mais ou menos uns 590 bilhões de personagens). Será?
O que eu sei:
1) Esse Lego Batman 2 é certeza. A Telltale, quando consegue uma franquia faz gato e sapato dela: TODOS os Legos tem continuação (tirando o Piratas do Caribe, mas também é questão de tempo) e o Lego Batman 1 foi um sucesso de vendas e um dos mais legais da série, então…
2) Além do inacreditavelmente bem sucedido reboot da DC nos quadrinhos, que anda atraindo muitos, MUITOS, novos leitores e do Arkhan City que pelos reviews tá mais que honrando o primeiro jogo, ano que vem vamos ter The Dark Knight Rises E Superman – Man of Steel nos cinemas. Não teria hora melhor pra mandar um Lego desses.
3) Eu nunca comento por aqui sobre isso porque não tem nada a ver, mas eu piro em action figures e bonequinhos e porno e tal então acabo lendo sobre tudo essas porras e eu tô ligado que a Lego, dos bloquinhos mesmo, não dos jogos, conseguiu da Warner licenciamento de TODA a DC pro ano que vem, como fruto das excelentes vendas dos sets do Harry Potter. Não sei se uma coisa tem a ver com a outra, mas talvez o acordo se extenda pra divisão de games, né?
Eu me empolgaria fácil pra jogar um Lego desses, só não entendo porque levar o nome do Batman do nome.
Nascida no PS1 a franquia Twisted Metal focou no combate entre veículos. Com alguns personagens insanos (alguns literalmente) colocando-os em uma batalha mortal em busca de seus desejos mais ocultos Twisted Metal ganhou os corações e respeito dos donos de PS1 (pode me incluir nesse bolo). Se passaram 15 anos após a primeira aparição da franquia, mas em Fevereiro a Sony está trazendo de volta Sweet Tooth e alguns de deus amigos malucos para primeira aparição de Twisted Metal no Ps3!
Segundo Chad Cox, o produtor do game, o gameplay ficará intacto porém o game será direcionado em maior parte ao multiplayer online. A primeira mudança drástica é que a maioria dos personagens foi removida. O single play focará em apenas três personagens: Sweet Tooth, Dollface e Mr. Grimm.
Os carros (e helicópteros – outra grande mudança) que você pode escolher são oque realmente conferem uma individualidade real no gameplay. No total são 17 veículos disponíveis, cada um com seus próprios ataques primários e secundários.
Após 4 anos de desenvolvimento o novo Twisted Metal de Ps3 parece que valer a pena. Afinal qual outro game permite você chutar um cara doente, amarrado com dinamites, fora da traseira de uma ambulância em movimento?? A resposta é: nenhum.